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Anti-tumoral activity of human salivary peptides


Da Costa, J.P.a, Carvalhais, V.a, Amado, F.a, Silva, A.b, Nogueira-Ferreira, R.a, Ferreira, R.a, Helguero, L.abc , Vitorino, R.ac

a Mass Spectrometry Centre, Department of Chemistry, University of Aveiro, Aveiro, Portugal

b QOPNA, Department of Chemistry, University of Aveiro, Aveiro, Portugal

A actividade anti-tumoral dos péptidos salivares humanos

Estudos realizados na última década têm permitido desvendar a complexidade do peptidoma salivar tendo já sido identificados mais de 2000 péptidos. Os péptidos salivares apresentam diversas funções, nomeadamente antiviral, antibacteriano e anti tumoral, contribuindo para a homeostasia da cavidade oral. De facto, estudos recentes têm realçado a atividade anticancerígena de péptidos salivares associados à classe das defensinas, estaterina e proteínas ricas em prolina.

Immature myeloid cells and tolerogenic cytokines in lung adenocarcinoma metastatic lymph nodes

Non-small-cell lung cancer (NSCLC) is one of the most common causes of cancer-related death worldwide. In this type of cancer, immunotherapy has shown inconsistent efficacy, due to our limited understanding of the molecular and cellular interactions developed during carcinogenesis.

Células mielóides imaturas e citocinas tolerogénicas em gânglios metastáticos de adenocarcinoma do pulmão

O cancro de pulmão de não-pequenas células (NSCLC) é uma das causas mais comuns de morte relacionada com o cancro em todo o mundo. Neste tipo de tumor, a imunoterapia tem apresentado uma eficácia inconsistente, devido ao nosso conhecimento limitado das várias interacções moleculares e celulares, desenvolvidas durante a proliferação das células malignas.

Extracellular Vesicles from Ovarian Carcinoma Cells Display Specific Glycosignatures

Joana Gomes 1, Patrícia Gomes-Alves 1,2, Sofia B. Carvalho 1,2, Cristina Peixoto 1,2, Paula M. Alves 1,2, Peter Altevogt 3,4 and Julia Costa 1

1 Instituto de Tecnologia Quimica e Biologica Antonio Xavier, Universidade Nova de Lisboa Av. da Republica, Oeiras 2780-157, Portugal

2 iBET, Instituto de Biologia Experimental e Tecnologica, Oeiras 2780-157, Portugal

Glicosilação de vesículas extracelulares de células de carcinoma do ovário

As células produzem vesículas para o meio extracelular as quais apresentam uma composição característica de ácidos nucleicos, proteínas, lípidos e glicanos. As vesículas produzidas têm origem nos endossomas multivesiculares ou na membrana plasmática e são veículos de biomoléculas constituintes das células de origem para o meio extracelular, sendo encontradas em biofluidos humanos. As células tumorais também produzem vesículas extracelulares, as quais contém moléculas desreguladas na doença e constituindo, por conseguinte, alvos muito promissores para a identificação de biomarcadores.

Targeting lactate transport suppresses in vivo breast tumour growth

Production of lactate is one of the main features of tumours, promoting acidification of tumour microenvironment and consequently increases tumoral growth. In this way, several studies of our group have reported the inhibition of lactate transporters (MCTs) which promotes the inhibition of lactate transport to cell outside, inducing cell death. Thus, in this study MCT1 and MCT4 gene was silenced in human breast cancer cells, which induced a decrease in cell proliferation, migration and invasion.

A inibição do transporte de lactato diminui o crescimento in vivo de tumores de mama

Uma das principais características dos tumores é a produção de lactato levando à acidificação do microambiente tumoral para favorecer o crescimento destas células. Deste modo vários estudos do grupo têm incidido na inibição dos transportadores de lactato (MCTs) impedindo que o lactato seja conduzido para o exterior da célula, acabando por levar à sua morte. Assim, neste estudo foi feito o silenciamento do gene do MCT1 e MCT4 em células humanas de cancro da mama, o qual levou à diminuição da proliferação celular, migração e invasão.

miR125b and miR-34a as potential biomarkers of HPV infection and development of cervical cancer

Authors and Affiliations:

Joana Ribeiro,1,2,3 Joana Marinho Dias,1,2,4 Paula Monteiro,5 Joana Loureiro,5 Inês Baldaque,1 Rui Medeiros,1,2,4,6 and Hugo Sousa 1,2

1 Virology Service, Portuguese Institute of Oncology of Porto, Portugal

2 Molecular Oncology and Viral Pathology Group (CI-IPOP), Portuguese Institute of Oncology of Porto

miR-34a e miR125b como potenciais biomarcadores da infeção por HPV e desenvolvimento do cancro do colo do útero

O cancro do colo do útero assume-se como um sério problema de saúde pública, representando a terceira neoplasia ginecológica mais frequente em todo o mundo com cerca de 530 000 casos diagnosticados por ano. Em Portugal são registados cerca de 950 novos casos e 378 mortes por ano, sendo o cancro do colo do útero a 4ª neoplasia mais frequente. A infeção persistente com um ou mais tipos de Human papillomavirus (HPV) de alto risco é considerada o principal fator etiológico do desenvolvimento de lesões intraepiteliais do colo do útero que podem evoluir para carcinoma invasivo.