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Geometria e microscopia combinados determinam risco de cancro

Este artigo publicado na Scientific Reports apresenta um método simples e acessível para identificar padrões celulares de risco para cancro e os distinguir de outros que não apresentam risco acrescido. O método baseia-se na análise automática de imagens microscópicas de células que expressam proteínas humanas e recorre à diferenciação dos padrões geométricos. A abordagem proposta permitirá análises sem necessidade de equipamento sofisticado e abreviará muito os resultados de análise da função dessas proteínas.

Chemotherapy induces stemness in osteosarcoma cells through activation of Wnt/β-catenin signaling

Sara R. Martins-Neves (a-d), Daniela I. Paiva-Oliveira (a,b), Pauline M. Wijers-Koster (d), Antero J. Abrunhosa (b,e), Carlos Fontes-Ribeiro (a), Judith V.M.G. Bovée (d), Anne-Marie Cleton-Jansen (d,1), Célia M.F. Gomes (a,b,c,1) 1.

Joint senior authors, a. Pharmacology and Experimental Therapeutics, IBILI – Faculty of Medicine, University of Coimbra, Coimbra, Portugal;

Quimioterapia convencional pode induzir fenótipos de "stem cell" em osteosarcoma

A existência de células tumorais com fenótipos idênticos aos das células estaminais normais é actualmente um conceito bem estabelecido na comunidade científica envolvida na investigação em cancro. Estas células, denominadas células estaminais tumorais (CSCs, do inglês cancer stem cells) são conhecidas pelas suas capacidades de auto-renovação, potencial tumorigénico e resistência à quimioterapia convencional comummente utilizada na prática clínica oncológica.

Colorectal cancer-related mutant KRAS alleles function as positive regulators of autophagy

O recente interesse para modular a autofagia na terapêutica do cancro tem sido dificultado pelo papel duplo deste processo catabólico no cancro, destacando a necessidade de abordagens personalizadas. Uma vez que as isoformas do RAS têm sido implicadas na regulação da autofagia e a mutação do oncogene KRAS é muito frequente no cancro colorretal (CCR), questionamos se/como os alelos mutados do KRAS regulam a autofagia no CCR e quais as suas implicações.

Os alelos mutados do KRAS associados ao cancro colorretal funcionam como reguladores positivos da autofagia

O recente interesse para modular a autofagia na terapêutica do cancro tem sido dificultado pelo papel duplo deste processo catabólico no cancro, destacando a necessidade de abordagens personalizadas. Uma vez que as isoformas do RAS têm sido implicadas na regulação da autofagia e a mutação do oncogene KRAS é muito frequente no cancro colorretal (CCR), questionamos se/como os alelos mutados do KRAS regulam a autofagia no CCR e quais as suas implicações.

Brachyury as a potential modulator of androgen receptor activity and a key player in therapy resistance in prostate cancer

Authors and Affiliations:

Filipe Pinto1,2, Nelma Pértega-Gomes3, José R. Vizcaíno4, Raquel P. Andrade5,6, Flavio M. Cárcano7,8, Rui M. Reis1,2,8

1 Life and Health Sciences Research Institute (ICVS), School of Health Sciences, University of Minho, Braga, Portugal

2 ICVS/3B’s – PT Government Associate Laboratory, Braga/Guimarães, Portugal

3 Department of Medical Oncology, Dana-Farber Cancer Institute, Harvard Medical School, Boston, Massachusetts

Brachyury é um novo potencial modulador da expressão do receptor de androgénios e uma molécula chave na resistência à terapia em cancro da prostata

O cancro da próstata é a neoplasia mais frequentemente diagnosticada e a segunda causa de morte relacionada com cancro em indivíduos do sexo masculino. De realçar que o desenvolvimento de resistência à terapia convencional é um dos maiores problemas no tratamento eficaz de indivíduos que sofrem desta neoplasia. Dentro dos vários mecanismos de resistência à terapia em cancro da próstata destaca-se a expressão do receptor de androgénios, a aquisição de mecanismos de transição epitélio-mesenquima, características estaminais e transdiferenciação neuroendócrina.

Atlas do Cancro pela primeira vez em Português

Foi lançado no passado mês Março em São Paulo, Brasil, e pela primeira vez em Português, o Atlas do Câncer (Atlas do Cancro), que reune informações de 185 países de todo o mundo. Esta publicação foi desenvolvida pela Sociedade Americana de Cancro (ACS), em parceria com a Agência Internacional de Pesquisa em Cancro (IARC) e a União Internacional para Controle do Cancro (UICC) e foi revista pelo corpo científico do Hospital de Câncer de Barretos.

 

Advanced Course on Immuno-Oncology

Portuguese School of Oncology’s IPO-Porto, Porto, Portugal

 

27 April, 2016

 

See more informations here: http://www.ipoporto.pt/en/event/curso-avancado-sobre-imuno-oncologia/

Advanced Course on Immuno-Oncology

Portuguese School of Oncology’s IPO-Porto, Porto, Portugal

 

27 April, 2016

 

See more informations here: http://www.ipoporto.pt/en/event/curso-avancado-sobre-imuno-oncologia/