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7th annual RPPA Global Workshop

Grand Hotel, Dublin, Ireland

 

14 - 16 September, 2017

 

See more informations here: http://www.rppa2017.eu/

 

 

7th annual RPPA Global Workshop

Grand Hotel, Dublin, Ireland

 

14 - 16 September, 2017

 

See more informations here: http://www.rppa2017.eu/

 

 

Urolithins impair cell proliferation, arrest the cell cycle and induce apoptosis in UMUC3 bladder cancer cells

Authors and Affiliations:

Joana Liberal1,2, Anália Carmo2,3, Célia Gomes4,5, Maria Teresa Cruz2,6, Maria Teresa Batista2,6

1 Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, Instituto Politécnico de Castelo Branco,

6000-767 Castelo Branco, Portugal

2 CNC.IBILI, Universidade de Coimbra, 3004-504 Coimbra, Portugal

Efeitos citotóxicos dos metabolitos intestinais dos elagitaninos (urolitinas) em células tumorais

Recentemente, os alimentos que contêm elagitaninos, como os frutos vermelhos e a romã, têm suscitado considerável atenção na comunidade científica pelas suas propriedades terapêuticas. Contudo, os elagitaninos apresentam baixa biodisponibilidade e são metabolizados no trato intestinal em ácido elágico e urolitinas. Assim, dada a presença de urolitinas no plasma e urina, presume-se que os principais efeitos benéficos do consumo de elagitaninos se devam à ação direta dos seus metabolitos.

Exosomes facilitate targeted therapy in pancreatic cancer

Exosomes can be used as vehicles to deliver therapeutic siRNAs, which specifically target the mutant form of KRAS, to the pancreas inhibiting the action of this oncogene. About 70% of patients with pancreatic cancer harbour mutations in the gene KRAS. Exosomes carrying siRNA contain at their surface the CD47 protein, the "don't eat me" signal that allows the exosomes to bypass the clearance by the immune system.

Exossomas facilitam terapia dirigida em cancro do pâncreas

Foi demonstrada a possibilidade de utilizar exossomas como um veículo para entregar no pâncreas uma terapia que inibe a proteína mutante KRAS. Cerca de 70% dos pacientes com cancro no pâncreas têm mutação no gene KRAS, que é muito difícil de desligar, não por falta de ferramentas para o fazer, mas devido à localização anatómica deste órgão, não sendo fácil encontrar uma terapia que chegue efectivamente ao local. Exossomas modificados com siRNA no seu interior contêm à superfície uma proteína que consegue torná-los “invisíveis” ao sistema imunitário, a proteína CD47.

P53 deregulation in Epstein-Barr virus-associated gastric cancer


Joana Ribeiroa,b,1, Mariana Maltab,c,1, Ana Galaghard, Fernanda Silvad, Luís Pedro Afonsod, Rui Medeirosb,c,e,f, Hugo Sousab,e

1Joint first authors

a Faculty of Medicine, University of Porto, Alameda Prof. Hernani Monteiro, 4200-319 Porto, Portugal

b Molecular Oncology & Viral Pathology Group, IPO-Porto Research Center (CI-IPOP), Portugal

Desregulação da p53 nos carcinomas gástricos associados ao EBV

O cancro gástrico é a quinta neoplasia mais frequente em todo o mundo, sendo a terceira causa de morte por cancro. Na década de 90, o vírus de Epstein-Barr (EBV) foi pela primeira vez detetado em amostras de carcinoma do estômago e desde então tem sido associado a cerca de 10% de todas estas neoplasias. Nos últimos anos, um grupo de investigadores do IPO-Porto tem-se dedicado ao estudo dos carcinomas gástricos associados à infeção por EBV.

Identification of the metabolic alterations associated with the multidrug resistant phenotype
in cancer and their intercellular transfer mediated by extracellular vesicles

Cancer multidrug resistance (MDR) is a major cause of therapeutic failure in cancer. MDR is mainly due to the overexpression of drug efflux pumps, such as P-glycoprotein (P-gp). Besides overexpression of drug efflux pumps, other molecular mechanisms are involved in the MDR phenotype, including metabolic alterations. Indeed, recent studies showed that it is possible to revert the MDR phenotype by inhibition of glycolysis with specific modulators.

Alterações metabólicas associadas com o fenótipo de resistência a múltiplos fármacos em cancro e a sua transferência intercelular mediada por vesículas extracelulares

A resistência a múltiplos fármacos (RMF) é uma das maiores causas de falha terapêutica no tratamento do cancro. A RMF é devida sobretudo à sobre-expressão de bombas de efluxo de fármacos, tais como a glicoproteína P (P-gp). Para além da sobre-expressão de bombas de efluxo, existem outros mecanismos moleculares envolvidos no fenótipo de RMF, tais como alterações metabólicas. De facto, estudos recentes mostraram que é possível reverter o fenótipo de RMF por inibição da glicólise com moduladores específicos.