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Predictive or prognostic factors in acute myeloid leukemia

Acute myeloid leukemia (AML) is a malignant condition with hematopoietic stem cell origin. Citogenetic alterations identified at diagnosis are the most studied prognostic factors and they define risk scores published by international working groups, such as SWOG (Southwestern Oncology Group). The definition of prognostic factors is crucial for the adequate treatment of this condition, with therapeutic implications.

Factores preditivos ou de prognóstico na Leucemia mieloide aguda

A Leucemia mieloide aguda (LMA) é uma patologia oncológica maligna com origem na célula mãe hematopoiética. As alterações genéticas identificadas ao diagnóstico são os factores de prognóstico mais estudados nesta patologia, existindo escalas de risco definidas por grupos de trabalho internacionais, como é exemplo o grupo SWOG (Southwestern Oncology Group) baseadas nestas alteraçoes. A definição de factores de prognóstico é crucial para o tratamento adequado desta patologia, tendo implicações terapêuticas.

Inhibitory effects of antagonists of growth hormone releasing hormone (GHRH) in thyroid cancer

A team of Ipatimup/i3S researchers in collaboration with researchers from Sylvester Comprehensive Cancer Center and Interdisciplinary Stem Cell Institute of Miami published a study in Hormones and Cancer and researchers presently at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), where they evaluated the effect of two new GHRH antagonists, MIA602 and MIA690, on thyroid cancer, using in vitro and in vivo models.

Efeito inibidor de antagonistas de hormona libertadora da hormona de crescimento (GHRH) em cancro da tireoide

Uma equipa de investigadores do Ipatimup/i3S publicou um estudo, em colaboração com investigadores do Sylvester Comprehensive Cancer Center and Interdisciplinary Stem Cell Institute de Miami e investigadores presentemente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na revista Hormones and Cancer, onde avaliaram o efeito de dois novos antagonistas de GHRH, MIA602 e MIA690, em cancro da tireoide, utilizando modelos in vitro e in vivo.

The cost of cancer treatment in Portugal


José Machado Lopes 1, Francisco Rocha Gonçalves 1, Marina Borges 1,2, Patrícia Redondo 1 e José Laranja-Pontes 1

1 Portuguese Institute of Oncology at Porto (IPO Porto), Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 4200-072 Porto, Portugal

O custo do tratamento do cancro em Portugal

Conhecer o custo do tratamento da patologia oncológica é crucial para a gestão das unidades de saúde e do sistema de saúde. Para além dos aspetos demográficos, o forte impacto na perda de produtividade e o aumento dos custos clínicos fazem do cancro uma prioridade. É urgente analisar os custos associados às doenças oncológicas, para permitir conhecer, comparar e controlar os custos e resultados, promovendo a transparência do sistema de saúde. O objetivo deste trabalho pode ser definido pela seguinte questão: quanto custa diagnosticar e tratar doentes com cancro em Portugal?

EORTC / Endocrine Task Force 2017 & Grupo de estudo da tireoide da SPEDM

i3S - Ipatimup, Porto, Portugal

 

28 November, 2017

See more informations here: https://www.ipatimup.pt/Site/ActivityView.aspx?ActivityId=3042
 

EORTC / Endocrine Task Force 2017 & Grupo de estudo da tireoide da SPEDM

i3S - Ipatimup, Porto, Portugal

 

28 November, 2017

See more informations here: https://www.ipatimup.pt/Site/ActivityView.aspx?ActivityId=3042
 

Institucional and semantic dimensions of oncology research in Portugal

Authors and Affiliations:

Oriana Rainho Brás1,2, Jean-Philippe Cointet3, Alberto Cambrosio4, Leonor David2,5,6,7, João Arriscado Nunes8,9, Fátima Cardoso2,10, Carmen Jerónimo2,11,12

Institucional and semantic dimensions of oncology research in Portugal

A ASPIC publica este mês os primeiros resultados do projecto ReportCancer/CancerReport: Researching the dynamics and international positioning of the portuguese medical oncology community. Tendo por base a análise cientométrica das publicações portuguesas nas bases de dados Medline/PubMed e Web of knowledge, este estudo veio preencher uma enorme lacuna de conhecimento sobre a investigação em cancro em Portugal na segunda metade do século XX e início do século XXI.