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Metabolic alterations underlying Bevacizumab therapy in glioblastoma cells

Authors and Affiliations:

Vera Miranda-Gonçalves1,2; Diana Cardoso-Carneiro1,2; Inês Valbom1,2; Fernanda Paula Cury3; Viviane A Silva3; Sara Granja1,2; Rui M. Reis1,2,3, Fátima Baltazar1,2; Olga Martinho1,2,3.

1 Life and Health Sciences Research Institute (ICVS), School of Medicine, University of Minho, Braga, Portugal;

2 ICVS/3B’s - PT Government Associate Laboratory, Braga/Guimarães, Portugal;

Alterações metabólicas subjacentes ao tratamento com Bevacizumab em células de glioblastoma

A investigação liderada pela Doutora Olga Martinho, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, procurou neste trabalho desvendar os potenciais mecanismos celulares de resistência ao fármaco Bevacizumab em células de glioblastoma (tumor cerebral). 

A terapia anti-VEGF com Bevacizumab está aprovada para o tratamento de um grupo especifico de pacientes com glioblastoma, no entanto, sabe-se que os tumores adquirirem resistência e, eventualmente, tornaram-se ainda mais agressivos e infiltrativos após o tratamento.

CBMR researchers take a new step to help treat more aggressive brain tumors

Investigadores do CBMR dão novo passo para ajudar a tratar tumores cerebrais mais agressivos

Patrícia Madureira e a sua equipa de investigação acabam de publicar na revista Cells um artigo científico que pode ajudar a compreender o gliobastoma multiforme, um dos tumores cerebrais mais mortíferos.

GPER as a new therapeutic target in melanoma

In this work, the expression of the G-protein coupled receptor (GPER) is reported for the first time in a melanoma cell line, and that its activation by the agonist G-1 decreases cell proliferation, suggesting that the GPER may represent a new therapeutic target in this disease. 

 

Authors and Affiliations:

Mariana P.C. Ribeiro, Armanda E. Santos and José B.A. Custódio

GPER como um novo alvo terapêutico no melanoma

Neste trabalho, é descrita pela primeira a vez a expressão do receptor de estrogénios acoplado à proteína G (GPER) numa linha celular de melanoma e que a activação deste receptor pelo agonista G-1 reduz a proliferação celular, sugerindo que o GPER poderá ser um novo alvo terapêutico nesta doença.

 

Autores e Afiliações:

Mariana P.C. Ribeiro, Armanda E. Santos and José B.A. Custódio

Wnt/β-catenin inhibition attenuates osteosarcoma stemness and chemoresistance


Sara R. Martins-Neves (a-d), Daniela I. Paiva-Oliveira (a, b), Carlos Fontes-Ribeiro (a, b), Judith V.M.G. Bovée (d), Anne-Marie Cleton-Jansen (d, 1), Célia M.F. Gomes (a, b, c, ∗, 1)

a) Pharmacology and Experimental Therapeutics, IBILI - Faculty of Medicine, University of Coimbra, Coimbra, Azinhaga de Sta. Comba, Celas, 3000-354, Portugal

b) CNC.IBILI, University of Coimbra, Coimbra, Portugal

c) CIMAGO, University of Coimbra, Coimbra, Portugal

Wnt/β-catenin inhibition attenuates osteosarcoma stemness and chemoresistance

O osteossarcoma é o tumor ósseo primário maligno mais comum e afeta sobretudo jovens adolescentes. Com a introdução da quimioterapia, as taxas de sobrevivência aumentaram significativamente, mas estagnaram nas últimas décadas, devido à falta de terapias mais eficazes. O modelo das células estaminais cancerígenas (CSCs) sugere a existência de células com propriedades estaminais que formam o núcleo clonogénico tumoral e contribuem para a quimio-resistência.

Predictive or prognostic factors in acute myeloid leukemia

Acute myeloid leukemia (AML) is a malignant condition with hematopoietic stem cell origin. Citogenetic alterations identified at diagnosis are the most studied prognostic factors and they define risk scores published by international working groups, such as SWOG (Southwestern Oncology Group). The definition of prognostic factors is crucial for the adequate treatment of this condition, with therapeutic implications.

Factores preditivos ou de prognóstico na Leucemia mieloide aguda

A Leucemia mieloide aguda (LMA) é uma patologia oncológica maligna com origem na célula mãe hematopoiética. As alterações genéticas identificadas ao diagnóstico são os factores de prognóstico mais estudados nesta patologia, existindo escalas de risco definidas por grupos de trabalho internacionais, como é exemplo o grupo SWOG (Southwestern Oncology Group) baseadas nestas alteraçoes. A definição de factores de prognóstico é crucial para o tratamento adequado desta patologia, tendo implicações terapêuticas.