Uma equipa de investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto identificou vulnerabilidades persistentes em tumores colorretais que poderão ser exploradas no desenvolvimento de vacinas terapêuticas personalizadas contra o cancro. O estudo, publicado na revista Gut, demonstra que, apesar de estes tumores conseguirem escapar ao controlo do sistema imunitário, mantêm neoantigénios capazes de desencadear uma resposta imunitária eficaz.