cancro do estômago

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Atividade antitumoral de novos derivados chalcónicos e pirazolínicos

Neste trabalho, realizado no âmbito de uma parceria entre investigadores do Departamento de Química da Universidade de Aveiro, da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e da Universidade Mentouri-Constantine (Algéria), foram sintetizados pela primeira vez 15 novos compostos, divididos entre derivados de estrutura chalcónica e 2-pirazolínica. Todas as moléculas foram avaliadas pela sua potencial atividade antitumoral recorrendo a células humanas de cancro de estômago e de pulmão.

SOX2 é um marcador funcional de células estaminais de cancro do estômago sensíveis à monensina

O cancro do estômago continua a ser um dos mais incidentes e mortais em todo o mundo. É, geralmente, detetado em fases avançadas e, por isso, os tratamentos disponíveis nem sempre são suficientes para tratar os pacientes, conduzindo a uma taxa de sobrevivência baixa. Adicionalmente, em alguns casos, após um tratamento aparentemente bem sucedido ocorre recidiva do cancro.

Carcinoma gástrico com estroma linfoide: potencial biomarcador para imunoterapia “contra” o cancro do estômago?

O carcinoma gástrico é uma doença heterogénea do ponto de vista morfológico e molecular. Entre as variantes morfológicas, o carcinoma gástrico com estroma linfoide caracteriza-se pela abundância do infiltrado inflamatório rico em linfócitos no microambiente tumoral.

Cancro gástrico: Para além da infecção por Helicobacter pylori

O cancro do estômago é um dos mais incidentes e mortais no mundo. A infecção por Helicobacter pylori tem um papel fundamental nas fases iniciais do processo que leva ao desenvolvimento de cancro. Neste estudo, os autores mostram que há uma alteração no perfil do microbioma gástrico de doentes com com gastrite crónica para doentes com cancro do estômago. O microbioma dos doentes com cancro é disbiótico, apresentando diminuição da diversidade bacteriana, bem como diminuição da abundância de H. pylori, em paralelo com aumento da abundância de outras espécies de bactérias.

Consumo elevado de álcool aumenta o risco de cancro do estômago

Consumir mais de quatro bebidas alcoólicas por dia aumenta a probabilidade de desenvolver cancro do estômago, avança um estudo internacional, no qual participaram investigadores da Unidade de Investigação em Epidemiologia (EPIUnit) do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP).

Mortalidade por cancro do estômago e prevalência de infeção por Helicobacter pylori em Portugal

A elevada prevalência por infecção de Helicobacter pylori observada de forma consistente em diferentes grupos etários e em estudos conduzidos em diferentes períodos mostra o elevado potencial para a diminuição da carga de doença associada ao cancro do estômago em Portugal, pelo que o decréscimo das taxas de mortalidade por este tipo de cancro deverá manter-se nas próximas décadas no nosso país.

 

Autores e Afiliações:

Investigadores desenvolvem novo método de diagnóstico do cancro do estômago

Investigadores portugueses desenvolveram um novo método para identificar se uma proteína é causadora de cancro do estomago através da análise de imagens de fluorescência da molécula E-caderina numa população de células. Esta ferramenta é capaz de quantificar e mapear a expressão desta proteína e, assim, ajudar a identificar quais os indivíduos com risco aumentado para desenvolver a doença.

Padrões de variação na mortalidade por cancro do estômago a nível mundial

Foram identificados três padrões de variação na mortalidade por cancro do estômago a nível mundial, permitindo a criação de um modelo que mostra a sequência de três fases correspondente a um período de aproximadamente 70 anos, o qual pode servir de base para projeções da tendência no futuro.

 

Autores e Afiliações:

Bárbara Peleteiroa,b, Milton Severoa,b, Carlo La Vecchiac,d, Nuno Luneta,b

Prémio da «No Stomach for Cancer» atribuído em Portugal

A associação de doentes «No Stomach for Cancer» premiou com 50 mil dólares um projecto conjunto da investigadora do Ipatimup Carla Oliveira e de David Huntsman, do British Columbia Cancer Agency, no Canadá.

Mortalidade por cancro do estômago, previsões e incidência por subtipo

Neste trabalho, analisámos dados de mortalidade de cancro do estômago (disponíveis na base de dados da OMS) e dados de incidência dos subtipos “cardia” e “não-cardia” (através dos dados disponíveis no CI5), com o objectivo de actualizar a informação sobre a variação da mortalidade e a previsão desta para 2015, bem como sobre a distribuição geográfica e respectiva contribuição dos diferentes subtipos de cancro para a incidência.