biomarcadores

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Níveis circulantes de miR-210, miR-221 e miR-1233 como potenciais biomarcadores úteis em biopsias líquidas no Carcinoma de Células Renais

O Carcinoma de Células Renais (CCR) é a neoplasia de urologia mais letal e representa um desafio para os clínicos, uma vez que a falta de testes de screening e monitorização da doença contribui para o facto de um terço dos doentes apresentarem doença metastática no momento do diagnóstico. Durante o desenvolvimento e progressão tumoral, as células neoplásicas são capazes de manipular o seu microambiente através da libertação de várias moléculas, nas quais se incluem os microRNAs (miRNAs).

Novo teste epigenético na deteção e prognóstico do cancro prostático

O grupo de Epigenética & Biologia do Cancro do Centro de Investigação juntamente com os Serviços de Epidemiologia e Urologia do IPO do Porto e em colaboração com colegas do grupo de Epigenética e Biologia do Cancro do Instituto de Investigação Biomédica de Bellvitge, em Barcelona, Espanha, demonstraram recentemente  num estudo publicado na revista Molecular Cancer, que a metilação aberrante do promotor de alguns microRNAs pode constituir biomarcador de diagnóstico e prognóstico para cancro da Próstata (CaP).

CYR61 e TAZ como marcadores precoces de progressão maligna em esófago de Barrett

O esófago de Barrett é uma condição pré-maligna, que constitui o principal fator de risco de progressão para adenocarcinoma do esófago. Apesar do baixo risco, este não é negligenciável e implica monitorização regular com técnicas invasivas pois não existem marcadores capazes de estratificar este risco.

Expressão de HMTs como novos biomarcadores para o diagnóstico e prognóstico de tumor renal

Os tumores renais são um grupo heterogéneo de neoplasias do ponto de vista genético, epigenético, morfológico e clínico. A utilização de meios imagiológicos (ecografia, TAC), bem como a biópsia do tumor renal tem limitações no que concerne à distinção entre tumores benignos e malignos, em especial na distinção entre oncocitoma (benigno) e carcinoma de células renais de tipo cromófobo (maligno).

Novos biomarcadores identificam carcinomas de mama de tipo luminal agressivos

Recentemente, deleções no locus contendo o gene PPP2R2A, que codifica a proteína B55α, uma subunidade regulatória da PP2A (Protein Phosphatase 2), foram associadas a um subgrupo de cancro da mama, ER (receptores de estrogénio) positivos muito agressivos. No mesmo trabalho, este subgrupo de carcinomas, denominado Integrative Custer 2, caracterizava-se ainda por amplificações de uma da região 11q13, que entre outros, contém o gene CCND1 que codifica a Ciclina D1. 

Descoberta das alterações metabólicas associadas à progressão do cancro da bexiga

Um grupo de Investigadores da Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade da Beira Interior (FCS-UBI), do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto (ICBAS-UP) e da Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Bragança (IPB) reportaram que a progressão do cancro da bexiga de um estadio menos invasivo para um estadio altamente invasivo é acompanhado por alterações no fenótipo metabólico das células tumorais.

A deteção de glicoformas de mucinas como biomarcadores em tumores do ovário

Este trabalho, publicado na revista Molecular Oncology, resulta de uma colaboração envolvendo várias instituições de investigação portuguesas (IPATIMUP, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, ISPUP, IPO Lisboa, e CHSJ Porto) e duas instituições internacionais, a Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, e a Universidade de Uppsala, na Suécia. O nosso trabalho contribuiu para o desenvolvimento da área dos biomarcadores de cancro do ovário.